​Motivos para não abrir mão da amamentação

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Antes mesmo da possibilidade de gravidez, é recorrente ouvir determinadas conversas para as quais só damos atenção após nos tornarmos mães. É natural, ainda não havia envolvimento com este assunto. Durante a gravidez, as preocupações e neuras aparecem e ter todas as questões esclarecidas, é fundamental para uma gravidez saudável e sem estresse.

Entre os assuntos mais comentados está o aleitamento materno. Questionamentos começam a surgir: Amamentar dói? É difícil amamentar um bebê? Quais são os benefícios para o meu filho? E pra mim?

Para começar, é importante lembrar que não se deve abrir mão da amamentação até os seis meses de idade, visto que o leite materno possui todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento do seu filho e, por isso, a criança pode ficar até oito dias sem evacuar, justamente porque todos os nutrientes são aproveitados. Além disso, a amamentação é o primeiro vínculo criado entre mamãe e bebê; tem papel fundamental na imunidade de infecções, como a otite, por exemplo, e as infecções que afetam crianças até os seis meses de idade; auxilia no desenvolvimento do pulmão, devido ao esforço que o bebê faz para sugar o leite; evita cólicas, devido às proteínas em sua composição; previne o comprometimento do processo digestivo e de saciedade, que ocorreria com a utilização da mamadeira, por exemplo.

Já para a mãe, além do vínculo afetivo criado e momento de relaxamento, há outros benefícios que tornam o ato de amamentar ainda mais especial. Sabia que amamentar emagrece? Isso mesmo! Com o aceleramento do metabolismo para a produção de leite, a mulher perde calorias. Além disso, o ato de amamentar previne o câncer de mama e ovários e estimula o desprendimento da placenta, o que torna possível o útero voltar ao seu tamanho normal e, consequentemente, evita o sangramento excessivo e risco de anemia. A longo prazo, o ato de amamentar protege a mãe contra doenças cardiovasculares. Isso porque, segundo estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, as mulheres que amamentaram por mais de um ano, tiveram 10% menos risco de sofrer com essas doenças, se comparado às mulheres que nunca amamentaram. Nessa pesquisa, 140 mil mulheres foram analisadas no período pós-menopausa.

Junto com os benefícios, tanto para o bebê quanto para a mãe, que são diversos e sempre divulgados pela sua importância, há ainda os mitos e verdades sobre a amamentação. Para isso, separamos alguns dos mais conhecidos e questionados.

– Amamentar dói? Mito: A amamentação deve ser completamente indolor. Se a criança sugar na região areolar, onde ficam os bolsões de leite que devem ser espremidos para liberá-lo, não haverá dor nem desconforto. Caso houver algum tipo de dor, a dinâmica da sucção deve estar incorreta. Para tanto, consulte seu médico e verifique como está sendo realizada a sucção.

– Tomar sol nos seios faz bem? Verdade: Isso porque o contato com os raios solares aumenta a produção de vitamina D no corpo, o que fortalece a pele do seio e ajuda a cicatrizar rachaduras nos mamilos. Para tanto, o ideal é começar a tomar sol ainda durante a gestação e manter o hábito durante o período de amamentação, por dez minutos, duas vezes ao dia, antes das 10 horas ou depois das 16h.

– A criança deve mamar a cada duas ou três horas. Mito: A regra é a livre demanda, ou seja, amamentar sempre que a criança sentir fome. Com o passar do tempo e rotina, o bebê mesmo cria o hábito de mamar nos mesmos horários. O ideal é ficar de olho na quantidade de leite ingerido. Se ele quiser mamar a cada uma hora, provavelmente, a quantidade de leite não está sendo o suficiente e é bom procurar seu médico para conversar.

– Produzo leite demais. Nem mito nem verdade: A quantidade de leite produzida pela mãe é a ideal para satisfazer o bebê, na maioria dos casos. No entanto, algumas mulheres produzem um pouco a mais, e esse excedente deve ser retirado da mama para evitar dor e desconforto. Uma opção é doá-lo para bancos de leite.

– É preciso revezar os seios para amamentar? Mito: O recomendado é que a mãe não interrompa o aleitamento e deixe o bebê mamar à vontade no primeiro seio. Isso porque somente depois de alguns minutos, o bebê consegue atingir o leite posterior, uma porção rica em açúcar e gordura que ajuda a criança a se saciar mais rápido e a ganhar peso. Se ele não chega a essa parte, acaba sentindo fome mais rápido.

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