Tudo que você precisa saber sobre as cadeirinhas de carro!

Imagem Post BBKit's

Bebês e crianças precisam ser transportadas em cadeirinhas especiais no carro. O uso da cadeirinha é obrigatório e oferece muito mais segurança em caso de acidente. Existem tipos específicos de assento para cada fase do desenvolvimento da criança. Eles devem ser instalados no banco traseiro do veículo e, até pelo menos 1 ano de idade, o bebê viaja de costas. Em caso de impacto, esses dispositivos protegem a cabeça e a coluna vertebral e impedem que a criança seja lançada para fora do carro.

Estudos apontam que, se corretamente instaladas, as cadeirinhas de carro podem evitar cerca de 70 por cento dos casos de morte e hospitalizações, de acordo com dados levantados pela ONG Criança Segura.

Tipos de cadeirinhas adequados para cada idade:

1) Bebê-conforto: São cadeirinhas adequadas para bebês recém-nascidos com até 9 kg (algumas até 13 kg), mais reclinadas, e que devem ser colocadas de costas para o banco da frente do carro. Muitas vezes esses modelos possuem uma base que fica acoplada ao cinto de segurança, o que facilita a retirada da cadeirinha.

Vantagem: Esse tipo de bebê-conforto, com cinto de segurança interno de cinco pontos, encaixa na maioria dos carrinhos, o que significa que você pode tirar o bebê do carro dormindo, com cadeirinha e tudo, sem ter que incomodá-lo ou acordá-lo. São os chamados “travel systems” e muito vendidos nos carrinhos no formato 3 em 1.

2) Poltronas reversíveis: São cadeirinhas projetadas para carregar desde recém-nascidos até crianças de cerca de 16 kg ou mais, dependendo do modelo. Enquanto o bebê é pequeno, esses modelos são instalados de costas para o banco da frente do carro. Essa é a posição mais segura, porque protege o pescoço do bebê em caso de impacto.

Antigamente, a orientação era para que a poltrona fosse virada para a frente quando o bebê completasse 1 ano e atingisse 9 kg, mas hoje em dia os fabricantes e especialistas recomendam que se mantenha a criança virada para trás pelo máximo de tempo possível (até o limite de peso de cada modelo). Um ano de idade e 9 kg é, então, o mínimo.

3) Boosters (assento de elevação): São poltronas ou “banquinhos” que servem para a criança ficar mais alta e dessa forma usar o cinto normal do carro na posição correta. Esse tipo de assento de elevação pode ou não ter encosto. No caso dos sem encosto, é necessário que o carro tenha proteção para a cabeça, o que evita o efeito de “chicote” em caso de acidente, um grande causador de lesões na medula espinhal. Os assentos de elevação com encosto têm a vantagem de posicionar melhor a parte superior do cinto, pois costumam ter “passantes” e ser ajustáveis à altura da criança. Só podem usar esse tipo de poltrona crianças com mais de 4 anos de idade, segundo a resolução do Contran, mas não tenha pressa de fazer a mudança.

A legislação brasileira afirma que esse tipo de cadeira é obrigatório para crianças de até 7 anos e meio, mas o ideal é que ela seja usada até a criança ter 1,45 m de altura. A partir daí ela pode passar a utilizar o cinto normal do banco, sem assento.

Importante:

  • Bebês a partir do nascimento até um ano de idade (9 a 13 kg de peso, dependendo do fabricante): devem utilizar o bebê conforto ou conversível – sempre com o assento voltado para trás.
Reprodução: Pinterest
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  • Crianças de um a quatro anos de idade (9 a 18 kg de peso, dependendo do fabricante): devem usar cadeira de segurança – voltada para frente e sempre no banco de trás.
Reprodução: Pinterest
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  • Crianças de quatro a sete anos e meio (de 18 a 36 kg de peso, dependendo do fabricante): devem usar o assento de elevação (booster) – ele deve ser usado até que a criança passe de 36 kg ou 1,45m de altura. A partir daí ele pode ser dispensado.
  • Crianças até 10 anos de idade devem sempre ser transportadas no banco de trás. Apenas a partir dessa idade poderão ocupar o assento de passageiro dianteiro.

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Descubra como ajudar seu filho a superar os medos

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Muitos pais se questionam a respeito da melhor forma como lidar com os medos das crianças. Logo pensam, isso é normal? Estes questionamentos são muito comuns e devem ser observados constantemente.

Em um artigo da Revista Crescer, especialistas afirmam que os medos estão ligados à etapas específicas do desenvolvimento dos pequenos, e o modo e a intensidade variam de criança para criança – têm relação com a personalidade delas e a dos pais, entre outros fatores. Por isso, a BB Kits separou alguns dos medos mais recorrentes, de acordo com a idade do seu filho e reuniu dicas importantes para você lidar com cada um deles.

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Coisas que você sempre quis saber sobre seu bebê ainda na barriga

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Quando se está grávida, um turbilhão de informações, dúvidas e inseguranças começa a nos rondar, mas as informações que mais acreditamos são aquelas que recebemos nas consultas mensais ao nosso obstetra.

A BB KITS separou algumas curiosidades, porque sabemos que toda mamãe é curiosa por natureza, ainda mais quando o bebê ainda está na barriga. Vamos lá?

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Receber visitas na Maternidade ou em Casa?

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A chegada do bebê é um momento muito emocionante e traz muitas novidades a todos os envolvidos, principalmente os pais. Ainda na maternidade, surgem algumas dúvidas que dividem opinião. Por exemplo, alguns pais acham que a maternidade é o melhor local para receber visitas de amigos e familiares. Outros, preferem que esse seja um momento mais reservado e deixam isso claro para os conhecidos, para só então em casa; receber visitas.

Em casa, quem determina o que pode ou não ser feito são os pais. Na maternidade, uma coisa é certa: é preciso que haja bom senso. Se você pretende visitar alguém, pergunte antes o que ela prefere e respeite sua decisão. Caso você esteja no lugar oposto, deixe claro para amigos e familiares a sua decisão. Não se preocupe achando que alguém pode ficar chateado, pense que esse momento é seu e é você que deve se sentir confortável.

A BB Kits preparou algumas dicas para ajudar neste assunto. Saiba como lidar com esses momentos na Maternidade.

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Como escolher o nome do meu bebê?

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Escolher o nome certo para o bebê é uma tarefa difícil. Além disso, muitos pais querem ser originais e isso exige separar um tempinho para pensar nas possibilidades. Comece a falar sobre o assunto com seu parceiro o quanto antes para que vocês tenham um norte e um  tempo maior para pensar. Uma dica é ter uma listinha sempre à mão, para acrescentar um nome interessante quando cruzar com ele ou quando tiver uma inspiração súbita.

A BBKit’s separou algumas dicas para ajudá-lo nesse momento tão único e especial:

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Seja um incentivador da leitura

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Nem todas as crianças têm interesse em ler um livro, qualquer que seja ele: Gibis, revistinhas, livros ilustrados com desafios e brincadeiras ou livros tradicionais. Neste contexto, muitos pais acham que há uma solução mágica para despertar o interesse no filhote ou, automaticamente, se culpam por não dar o exemplo de leitura dentro de casa; o que pode realmente ser determinante para estimular a criança a se tornar um leitor. Embora seja um desafio constante, há maneiras de despertar o interesse pela leitura e isso começa dentro de casa; ainda que a família não tenha um apego especial aos livros. Mais tarde, na escola, a criança terá mais facilidade para realizar suas atividades, ser criativa, se expressar, escrever e falar bem, entre diversas outras coisas que só o mundo da leitura pode proporcionar, quando aliado ao prazer proposto na hora da leitura de qualquer tipo de gênero textual. Para ajudá-lo nessa caminhada tão bonita, separamos algumas dicas:

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Conheça o famoso Colar de Âmbar

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Quando os dentinhos começam a nascer, às vezes o processo é doloroso, tanto para o bebê quanto para os pais. Alguns remédios e pomadas ajudam a aliviar o desconforto e o colar de âmbar báltico é um método antigo, tradicionalmente usado na Europa. Com cerca de 12 a 32 cm de comprimento, para garantir que as crianças não consigam colocar na boca enquanto usam, esses colares não são feitos para mastigar, e devem ser usados quando a criança está sob supervisão de alguém.

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Cardápio Saudável para Festas Infantis

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Já falamos sobre alimentação no primeiro ano de vida anteriormente. Hoje, vamos falar de um tema que muitas mães têm dúvida, o objetivo é dar uma luz na hora de escolher o cardápio da festa do seu filho e sim, é possível uma festa super divertida com uma alimentação repleta de nutrientes.
A primeira coisa que vem a nossa cabeça quando se fala em festa de criança ainda é salgadinho acompanhado de refrigerante, bolo de chocolate, brigadeiro e guloseimas. Mas as atitudes dos pais, principalmente, vem mudando para melhor. Cada vez mais preocupados em oferecer alimentos nutritivos mesmo em festas que, teoricamente, escapam à rotina acabam oferecendo alternativas aos seus filhos na esperança de criar hábitos saudáveis (Viva!)
Ao invés de salgadinhos fritos, por exemplo, uma dica é oferecê-los em versão assada. No lugar de refrigerantes, os sucos naturais. Vale lembrar que o cardápio deve ser atrativo aos olhos da criançada, que é muito visual. O objetivo é estimular a tal ponto que elas esqueçam que o bolo não é de chocolate. Como alternativa, ofereça um bolo sem ovo, glúten e lactose – ideia relevante para os convidados alérgicos ou intolerantes – invista em gelatinas de sucos naturais, bolos de frutas; como banana, por exemplo.

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Como tirar a chupeta do seu bebê

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É costume tirar a chupeta e a mamadeira a partir de um ano e meio até os 3 anos, o que não é fácil em muitos casos. A criança tende a sentir falta desse hábito e os pais acabam sofrendo junto. O hábito da chupeta e da mamadeira, que foi um dia algo tão útil e acalentador, então, pode ser uma verdadeira batalha pra você e seu bebê, mas não precisa ser assim. Separamos algumas dicas muito relevantes para tornar esse momento mais tranquilo. De forma geral, é preciso que haja paciência, como toda e qualquer mudança é feita aos poucos; com a retirada da chupeta não é diferente. (mais…)

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