Pesquisa revela que falar de forma infantil com o bebê transmite segurança

Pesquisadores da Universidade de Princeton (EUA) estudaram a forma como as mulheres se comunicam com seus filhos entre 7 e 12 meses de vida e descobriram que, independente da nacionalidade ou idioma, as mulheres acabam usando o famoso “baby talk” com as crianças pequenas, como um mecanismo universal. Ou seja, essa forma de comunicação seria instintiva para as mães. O baby talk é aquela linguagem mais infantilizada e cheia de gracinhas, com a voz mais fina e um modo carinhoso de falar.

O estudo também concluiu que esse tipo de linguagem é benéfico para o bebê. Apesar de alguns adultos terem vergonha de conversar assim com o filho, os pesquisadores incentivam a prática porque ela transmite afeto e segurança ao bebê, contribuindo com o desenvolvimento neurológico e a ampliação de vocabulário.

Baby Talk

O baby talk só traz benefícios para o bebê, mas é preciso fazer algumas ressalvas: a fala infantilizada não pode ter erros. O pais não devem pronunciar palavras erradas porque acham “bonitinho” – esse hábito atrapalha o aprendizado.

A principal dica é falar de forma carinhosa, mas sempre pronunciando as palavras corretamente. O segundo ponto importante é saber a hora de parar. Ou seja, os adultos devem falar assim com o bebê por um tempo limitado, apenas durante os primeiros meses de vida. Isso depende muito da intuição e da percepção de cada pai e mãe, mas os especialistas sugerem que essa linguagem se limite aos 10 ou 12 meses de vida. Geralmente, a partir da fase em que o bebê já anda sozinho e consegue se socializar, ele não precisa mais desse estímulo linguístico.

Fonte: Revista Crescer.

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